Poor, paltry slaves ! yet born midst noblest scenes-
Why, Nature, waste thy wonders on such men ?
Lo ! Cintra's glorious Eden intervenes
In variegated maze of mount and glen.
Ah me ! what hand can pencil guide, or pen,
To follow half on wich the eye dilates
Through views more dazzling unto mortal ken
Than those whereof such things the bard relates,
Who to the awe-struck world unlock'd Elsium's gates ?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
Oh Sintra! oh! saudosissimo retiro
Onde se esquecem magoas, onde folga
De se olvidar no seio a natureza
Pensamento que embala adormecido
O sussurro das folhas, c'o murmurio
Das despenhadas linfas misturado !
Quem, descansado a fresca sombra tua,
Sonhou senao venturas? Quem, sentado
No musgo de tuas rocas escarpadas,
Espairecendo os olhos satisfeitos
Por ceus, por mares, por montanhas, prados
Por quanto ha de mais belo no universo,
Nao sentiu arrobar-se-lhe a existencia,
Poisar-lhe o coracao suavemente
Sobre esquecidas penas, amarguras,
Ansias, lavor da vida ? ...